Dicas para Empresas que estão iniciando um perfil no Twitter

O Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de marketing para conseguir o reconhecimento de sua marca e a fidelidade de seus clientes.
Se você é novo nas redes sociais, vamos aprender algumas regras básicas para caminhar na direção certa.

Algumas práticas são consideradas as melhores do Twitter, como direct messages, o uso do ”@” para responder a usuários e os retweets , definidas abaixo.

Direct Messages
As direct messages são particulares. Para enviá-las, basta colocar a letra “d” antes do nome de perfil do destinatário.

Twittes Público
Para conversar em tweets público é feito o mesmo procedimento, mas substituindo a letra “d” pelo “@”.

Retweet

Caso você queira reenviar uma mensagem de outro internauta, basta colocar o mesmo símbolo antes do nome do usuário e escrever as letras “RT” no começo do tweet.

Outras regras básicas
- Escreva uma mensagem curta antes de replicar a publicação de outro usuário. E fique atento a tweets sobre suas mensagens para manter uma conversa.

- Use hashtags: as hashtags são símbolos # na frente de palavras chave. Elas tornam seus tweets mais fáceis de pesquisar.

Ferramentas como o TweetDeck e o Hashtags.org permitem visualizar os tweets mais recentes com qualquer hashtag. Uma hashtag comum no Twitter é #FollowFriday ou #FF que, às sextas-feiras, divulga nomes de usuários considerados importantes por você. É um método valioso de conseguir mais seguidores.

- Compartilhe informações relevantes sobre o seu setor, assim como dicas, conselhos e conversas, em geral, para motivar seus contatos a participar das discussões.

- Inclua o endereço do Twitter da sua empresa na assinatura de seus e-mails, material de comunicação e marketing, ou qualquer exposição.

- Clique no link de sugestões no Twitter “Who to Follow”. Use-as para selecionar usuários de companhias similares ou que compartilham interesses com seus serviços e, então, siga esses internautas.

– Encurte os links: utilize ferramentas de encurtamento de link, como bit.ly, TinyURL e goo.gl, para que seus links não utilizem todos os 140 caracteres do seu tweet.

– Crie Alertas: uma forma de atrair a atenção é tweetar sobre tópicos enquanto eles estão entre os mais postados do momento. Crie um Google Alerta para rastrear assuntos da sua área e, quando ele enviar uma histórica inédita e relevante para seu e-mail, envie essa mensagem aos seus seguidores.

Você não vai ter milhões de seguidores instantaneamente, não espere milagres. Lembre-se de que você não é uma celebridade e não terá um aumento milagroso nas vendas ou no lucro da sua companhia só porque criou uma conta no Twitter. Como para tudo que vale a pena ser feito, não há atalhos mágicos.
Seja paciente. Agregue valor. Construa uma comunidade e deixe o conteúdo e o reconhecimento dos seus seguidores ser a força que o levará ao sucesso, tanto em sua conta no Twitter, quanto em seus negócios.

Regina Monge
diretora da Verts Comunicação
@ReginaMonge

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Estratégia de Mídias Sociais para Empresas

Para criar uma Estratégia de Mídia Social, a empresa precisa, antes de mais nada, alinhá-la à estratégia da empresa e à estratégia de comunicação e integrá-la ao plano de marketing e certificar-se de que toda a equipe e direção, estão cientes e concordam com os objetivos traçados.

A empresa não deve entrar nas mídias sociais unicamente com foco na venda de produtos/serviços ou simplesmente porque a concorrência está lá; deve entrar para construir relacionamentos; caso contrário, o potencial das Mídias Sociais pode não ser desfrutado – ou pior: reações negativas podem ser desencadeadas. Muitas empresas têm a ideia de que tudo é muito fácil e barato, quando se fala em Mídias Sociais. Um grande erro. Mídia Social é um compromisso de longo prazo e não uma técnica de marketing.

É muito importante para a empresa compreender que estar nas Mídias Sociais é um caminho de experimentação, com exposição e riscos.
Apenas vivenciando esse processo e amadurecendo, poderá almejar algum sucesso que virá, naturalmente, para a empresa cuja cultura seja pró-ativa, aberta e transparente nas informações. E essa é a razão pela qual as empresas precisam ter uma Estratégia de Mídia Social definida e clara.

Alguns pontos chave para considerar no desenho de uma estratégia de Mídias Sociais:

- determinar quais as metas e os objetivos da presença nas redes sociais, com o conhecimento e aval de todos os departamentos e alinhado à estratégia da empresa;

- fazer pesquisas na web, em sites, blogs, redes de relacionamento e procurar por informações da sua marca, dos concorrentes; é preciso ouvir o que está lá fora para entender o seu público-alvo;

- começar a fazer ligações das informações, seguir conversas, assinar blogs em seu segmento. Fazer uma lista de pessoas influenciadoras que são relevantes ao seu negócio. Postar comentários em blogs, fóruns de perguntas e respostas, participar de chats, comentar no Twitter;

- experimentar cada canal e cada plataforma, entendendo suas características, funcionalidades, público participante e, principalmente, o tom e linguagem utilizado em cada canal;

- desenvolver relações de amizades, seguindo os influenciadores em seu segmento; será uma surpresa perceber o valor que alguém, com apenas algumas centenas de seguidores, oferece;

- participar de eventos off-line, relacionados ao seu setor, para fortalecer sua base de conhecimento e estreitar relacionamento com aqueles com quem apenas conversa via redes sociais e que nunca encontrou pessoalmente.

Se a estratégia foi desenhada de maneira correta, com metas e objetivos claros, você deverá ser capaz de medir os resultados.

Caso uma das metas seja melhorar a presença da marca nas redes sociais, sua medição será analisar o aumento do número de seguidores no Twitter, o número de fãs no Facebook ou o número de comentários relacionados à sua marca, mencionados em blogs e fóruns e, assim por diante.

Se uma segunda meta é melhorar o sentimento de aceitação de sua marca, o objetivo será aumentar o número de menções positivas, em relação às negativas, antes do início da estratégia.

Sua estratégia de mídia social não estará concluída somente com as medidas acima, vai além disso. É um processo, com a análise de suas campanhas, a adaptação de novas descobertas, em seus procedimentos atuais, e esforço contínuo para otimizar a comunicação.

O importante a ressaltar das Estratégias para Mídias Sociais, é que elas devem ser ajustadas às características individuais de cada empresa e precisam do efetivo envolvimento de toda a organização para atingir os objetivos propostos.

Regina Monge
diretora da Verts Comunicação
@ReginaMonge

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Integrar a comunicação online com a offline é o objetivo

O alinhamento da comunicação, utilizando estratégias que integrem os meios online e offline, é o grande objetivo no contexto do marketing empresarial.
As empresas precisam estar mais conectadas e compreender as transformações que a web proporcionou no comportamento dos consumidores e reaprender a relacionar-se com eles.
O melhor caminho para esse entendimento e aprendizado é repensar a forma de comunicação da empresa, alinhando o meio tradicional ao digital. Algumas já perceberam a importância da web na divulgação de seus produtos e serviços, porém, em momento algum, deixaram de investir nos meios tradicionais.
Para atingir o consumidor é necessário utilizar-se de todos os meios que a comunicação oferece e a web é uma preciosa ferramenta que permite ao marketing alcançar seus objetivos e agregar valor à marca.
Desenvolver ações integradas, envolvendo os ambientes online e offline, requer um excelente planejamento por parte das empresas. A etapa do planejamento que pressupõe a busca de informações para entender o mercado, a concorrência, o consumidor e a marca é muito semelhante nos dois ambientes; o diferencial será sentido no desenvolvimento das estratégias, nas ações e na mensuração dos resultados.
O ambiente digital proporciona relacionamento mais abrangente, maior interatividade, possibilidades de compartilhamento e engajamento por parte do consumidor, muito mais forte que o ambiente offline. Isso é proporcionado pelas ferramentas disponíveis na web, que permitem às pessoas criarem suas próprias redes: Facebook, orkut, twitter, linkedin entre tantas outras.
Cada ambiente tem suas especificidade e é preciso avaliar as táticas a serem aplicadas em cada um deles, mas não dá para pensar a comunicação de forma fragmentada. Os dois ambientes complementam-se para a empresa e o consumidor o tempo todo.
Falta às empresas agir de forma consciente e planejada e não seguir os passos da concorrência. Para a marca ter presença na web o caminho é de longo prazo, precisa ter transparência, envolver todos os profissionais e aplicar treinamento adequado às equipes responsáveis pelo relacionamento com o consumidor.

Regina Monge
www.vertscomunicacao.com.br
@ReginaMonge

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Obesidade Digital

A revista Próxxima por meio do seu colunista Donda, divulgou esse interessante comparativo.

Segundo ele, a quantidade de informação digital que produzimos e recebemos está muito além da nossa capacidade de absorção, se transformando em kilogramas de lipídios nas nossas já inchadas caixas de entrada e perfis sociais.

Outro termo americano com o mesmo significado, mas com muito menos significância, já ilustra matérias de revista e capas de PowerPoint há algum tempo. É o famigerado: information overload.
No fundo ele quis dizer a mesma coisa, mas com um pouco mais de borogodó.

Para ilustrar este post, e abusar da metalinguagem, segue mais um pouco de informação útil (ou não) sobre a obesidade digital em 2010:

107 trilhões ” O número de e-mails enviados na Internet em 2010
294 bilhões ” número médio de mensagens de e-mail por dia
89,1% ” O compartilhamento de e-mails que eram spam
25 bilhões ” número de tweets enviados 2010
7,7 milhões ” pessoas following @ ladygaga
36 bilhões ” o número de fotos enviadas para Facebook por ano
30 bilhões ” peças de conteúdo (links, notas, fotos, etc.) compartilhado no Facebook por mês
20 milhões ” O número de Facebook apps instalados cada dia
2 bilhões ” O número de vídeos assistidos por dia no YouTube
35 ” Horas de vídeo enviados ao YouTube cada minuto

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Nada se Cria, tudo se Recria. Dos primatas aos Piratas Digitais.

Os estudos e relatos da Arqueologia e da Antropologia demonstram que os primeiros habitantes da Terra viveram no período conhecido como Pré-história, anterior ao conhecimento da escrita, por volta do ano 4000 a.C. Na Idade da Pedra Lascada nossa cultura era a selvageria e a barbárie; com o avançar do tempo, entramos na cultura da civilização, ocorrida posteriormente à escrita. Isso não significa que abrimos mão da selvageria e da barbárie; elas, talvez, tenham apenas diminuído de intensidade.
Éramos nômades e nos deslocávamos de um local para o outro em busca de água e alimentos. Também não tínhamos residências fixas, buscávamos moradias provisórias, em cavernas e rochas, quase diariamente.
Todo o nosso esforço era para alcançar a sobrevivência do grupo; nesse momento criamos nossa primeira rede social. Nos dias de hoje, nossas redes estão cada vez mais segmentadas e fragmentadas, não mais procuramos a sobrevivência do grupo e, sim, as formas de se relacionar e expressar dentro deles.

Estamos, metaforicamente, vivendo em “cavernas digitais” e, em alguns casos, praticamente iluminadas pelas chamas da irresponsabilidade, como pedofilia, comércio sexual, informações privilegiadas…. A lei do mais forte prevalecia naquele passado, com o objetivo de liderar o grupo e podemos observar essa história acontecendo ainda hoje, em vários casos.

Mas, hoje, também os mais “fracos” conseguem posicionar-se e ter alguma relevância, a ponto de incomodar os grandes, sejam pessoas ou empresas, utilizando informações e mensagens na Internet, ou nas várias redes sociais.

Tínhamos naquele período uma comunicação baseada na emissão de poucos ruídos, utilizávamos pinturas rupestres nas paredes das cavernas para expressar de alguma forma nossas idéias. Agora, nas nossas “cavernas digitais”, utilizamos imagens, vídeos, música, wink, aplicativos e os mais modernos gadgets e outras tantas ferramentas desta era digital.

O objetivo das mensagens era transmitir sentimentos, trocar experiências, por meio dos desenhos, não muito diferente de hoje, quando queremos nos posicionar em grupos e expor opiniões, ter liberdade, seguir e gerar nossos seguidores.

Vamos avançar na História e dar um salto para a época áurea grega, por volta de 776 a.C, apontado como o ano oficial do surgimento dos jogos na cidade de Olímpia,embora se acredite terem surgido muito antes dessa data.
Os jogos evoluíram e, atualmente, jogamos online, em qualquer lugar, com qualquer pessoa do mundo, formamos redes para jogar. Antes os jogos nos divertiam e era puro prazer e relaxamento. Estudos mostram que espaços virtuais, como redes sociais e jogos on-line, são vitais para desenvolver as habilidades sociais que preparam nossas crianças para as futuras interações sociais do mundo adulto. Jogar transformou-se quase numa necessidade, como ir a escola. Novos tempos, novos meios….

Existem relatos de dependência e vício em jogos, como se fosse uma droga química; talvez, os governos precisem pensar em algum tipo de comunicação para esse fato, como tem sido a batalha com os vícios já conhecidos. Os pais das crianças, nos dias de hoje, precisam travar verdadeiras batalhas para tirá-los de casa, trabalhar a socialização, combater a obesidade, a depressão, a agressividade…..

Vamos dar uma passada pela Revolução Industrial que foi o momento de grandes mudanças e impacto, em nossas vidas, pois começamos um processo produtivo em escala por meio do qual superamos a agricultura e adotamos como parceira a máquina e conhecemos uma nova relação entre o capital e o trabalho, surgindo o fenômeno da cultura de massa.
Agora, convivemos diariamente com uma nova revolução que, também, surgiu por meio de máquinas, agora digitais, testando um novo tipo e análise da relação entre o capital, o trabalho e o ser humano, principalmente o seu comportamento.

As invenções e transformações na era digital são quase que diárias, numa relação semelhante ao canibalismo, em que uma tecnologia se sobrepõe a outra e a substitui ou a transforma, num ritmo acelerado e nos mostra o peso do novo poder do capital.
A diferença, talvez, é que hoje não fazemos mais aqueles trabalhos mecânicos de “apertar parafusos”, como demonstrado no belíssimo filme “Tempos Modernos” do Chaplin; a tendência atual é a de interagirmos, participarmos, dialogarmos e, acima de tudo, nos expormos; alguns conscientemente e outros, na mais pura inocência, inconscientemente. Alguns de forma até involuntária, pois não temos mais controle de nada, tudo gira em um mundo virtual, trazendo de volta a velha frase… No início era o caos… esperamos que, como na mitologia, tudo de alguma forma venha a ter algum critério, uma ética e possamos eliminar tanto lixo e sujeira da era digital e separar o joio do trigo.

Baixamos músicas, filmes, aplicativos e compartilhamos com nossa rede de contatos que replica essa troca, gerando uma reação quase infinita de possibilidades e de experiências, dentro das redes sociais.
E, por fim, chegamos à possibilidade de invadir ambientes extremamente seguros como o Pentágono e copiar informações secretas, “segredos de Estado”, e disponibilizamos na rede, gratuitamente, para acesso livre, configurando uma era em que o bom senso cada vez menos compreendido e praticado, simplesmente, não existe.

O importante é desafiar, e provar que o ser humano não tem limite gerando comentários e famas virtuais e reais, mesmo que por alguns minutos. Temos o poder de multiplicar o bem e o mal. Afinal, os fins justificam os meios? Ou os meios digitais podem representar alguma finitude ou volta para um mundo passado sem leis, lembrando dos filmes, em que abordávamos um navio em alto mar, saqueávamos, matávamos os tripulantes e ficávamos com os tesouros?

O tesouro não é mais a moeda de ouro encontrada nos baús, as terras escrituradas ou bens tangíveis, o novo tesouro é nosso “eu”, nossa singularidade, que tem o poder de impedir o “roubo”.

No mundo de hoje o valor do tesouro é relativo, uma informação exclusiva em primeira mão, um conhecimento detalhado do consumidor, em muitos casos, pode valer a sobrevivência de um negócio. No mundo digital, nossa individualização ganha um poder gigantesco, a nova ordem de riqueza é a nossa reputação, a nossa escolha. Ninguém pode roubar o nosso “eu”. Não há mais as incertezas e dúvidas mencionadas por Descartes, nos dias de hoje, “penso, logo decido”, o produto, serviços, aplicativos, músicas, tecnologia, marcas…

A ideia é refletir que tudo é uma grande releitura do passado, vista com olhos da modernidade e de forma diferenciada. Mas toda descoberta, experiência, criação.. . é algo cíclico, recriado sob uma nova ótica.

Compartilhar é preciso e necessário, a informação tem que circular, não há mais razão para retê-la para si; mas bom senso e ética tornaram-se o grande diferencial de cada um de nós, nesse gigantesco cyber espaço. Nós temos o poder e podemos mudar o mundo!

Regina Monge
Diretora da Verts Comunicação
@ReginaMonge

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A Internet em 2010 traduzida em números

2010 foi um ótimo ano para internet, tivemos diversas novidades e um crescimento surpreendente. Mas você tem noção do que isso significa ou de qual o tamanho real da internet? Bom, aqui você confere uma lista de números sobre a internet em 2010 somente para você ter uma noção da proporção que tudo isto já tomou.

Os dados foram retirados, catalogados e publicados pelo pessoal da Royal Pingdom.

E-mail:

107 trilhões de e-mails enviados
294 bilhões é a média de e-mails enviados por dia
1.88 bilhões é o número de usuários de e-mail no mundo
480 milhões de novos usuários em relação ao ano anterior
89,1% dos e-mails eram spam
262 bilhões de e-mails spam enviados por dia
2.9 bilhões de contas de e-mail existentes em todo mundo
25% das contas são endereços corporativos

Sites:
255 milhões de websites existentes em Dezembro de 2010
21.4 milhões foram adicionados em 2010

Domínios:

88.8 milhões de domínios .COM no final de 2010
13.2 milhões de domínios .NET no final de 2010
8.6 milhões de domínios .ORG no final de 2010
7% foi o crescimento de nomes de domínio desde o ano anterior

Internautas:

1.97 bilhões de internautas em todo o mundo (dado de Junho de 2010)
14% foi o aumento de internautas em relação ao ano anterior
825.1 milhões (42%) dos internautas estão na Ásia; 475.1 milhões (24.2%) estão na Europa; 266.2 milhões (13.5%) estão na América do Norte; 204.7 milhões (10.4%) estão na América Latina/Caribe; 110.9 milhões (5.6%) estão na África; 63.2 milhões (3.2%) estão no Oriente Médio; 21.3 milhões (1.1%) estão na Austrália.

Mídias Sociais:

152 milhões de blogs na internet
25 bilhões de tweets enviados
100 milhões de contas adicionadas no Twitter
172 milhões de usuários no Twitter
600 milhões de usuários no Facebook
250 milhões de novos usuários no Facebook
30 bilhões de conteúdos (links, notas, fotos, etc) compartilhados no Facebook por mês
70% dos usuários do Facebook estão fora dos EUA
20 milhões de aplicativos instalados no Facebook todo dia

Navegadores:

46.9% é a participação do Microsoft Internet Explorer no mundo;
30.8% é do Mozilla Firefox;
14.9% é do Google Chrome;
4.8% é do Apple Safari;
2.1% é do Opera;
Vídeos:
2 bilhões é o número de vídeos assistidos no Youtube todos os dias
35 horas de vídeo é carregado no Youtube por minuto
186 é a média de vídeos assistidos online por mês por um internauta dos EUA
2+ bilhões é o número de vídeos assistidos por mês no Facebook
20 milhões de vídeos carregados por mês no Facebook

Imagens:

5 bilhões de fotos hospedadas no Flickr (Setembro de 2010)
3000+ de fotos carregadas no Flickr por minuto
130 milhões é a média de fotos carregadas no Flickr por mês
36 bilhões é a média de fotos carregadas por ano no Facebook
3+ bilhões é a média de fotos carregadas no Facebook por mês

Conteúdo retirado e traduzido do Royal Pingdom: “Internet 2010 in numbers via @midiatismo

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Facebook é principal a Rede Social da Europa

O Facebook é a rede social líder em acesso em 16 dos 18 maiores mercados europeus.
Somente a Holanda e Rússia tem outras redes sociais que competem com o Facebook.

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Estudo de redes sociais corporativas das 100 maiores empresas mundiais

A Burson-Marsteller desenvolveu um estudo global sobre o uso das redes sociais nas 100 maiores empresas do mundo, segundo o ranking 2010 da revista Fortune. O estudo considerou as atividades no Facebook, no Twitter, no YouTube, em blogs corporativos e em outros microblogs e redes sociais locais em todo o mundo.

Os resultados deste estudo são comparados os Global Social Media Check-Up 2010, lançado pela Burson-Marsteller no ano passado, que analisou a presença nas redes sociais das empresas da Fortune de 2009. De toda a amostra analisada, apenas 3 empresas representam a América Latina – Petrobras, do Brasil; Pemex, do México; e PDVSA, da Venezuela. Desta maneira, os dados das três empresas foram incluídos nos resultados gerais e não na análise detalhada. Em outubro de 2010, a Burson-Marsteller divulgou um outro estudo de social media especifico para a América Latina com a análise de 160 organizações.

Veja abaixo o estudo de Redes Sociais Corporativas na América Latina 2010:

Fortune 100 Global Social Media Check-Up 2011

Fonte: Radar Digital – blog Burson-Marstelle

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